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1.9.09

o novo paradigma

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MFL já em tempos havia dado "graças a Deus" por os comícios fazerem parte do passado, declarando-se agradecida às redes sociais da internet por terem colocado um fim à "sociedade de massas".
Assim e quase parecendo aliviada, anuncia que a campanha do PSD não terá comícios e fala numa "volta de verdade", virada para esclarecer os eleitores (eu tenho uma: COMO pretende reerguer o país? Diz que vai fazer isto e aquilo e abstém-se de dizer como. Que política de verdade é esta? ESTE discurso já conhecemos e não é de hoje).
Acrescenta que não irá fazer convites às principais figuras do partido para participarem na campanha. Quem quiser aparecer que apareça. Pergunto se ainda haverá alguém disposto a dar a cara pelo partido?
E depois, quem é que gosta de ir a um funeral ou a uma missa do sétimo dia?
Se é com esse sentimento que vai andar em campanha, mais vale ficar em casa a fazer o frete. Estamos habituados a um bom entertainer, a um discurso aceso com algum espectáculo sim, porque o conjunto faz a festa, apesar de tudo...

Mas...talvez fosse melhor pensar duas vezes antes de descartar o convite do casamento... MFL ajoelhava e fazia o pedido ao partido, sempre ajudava.

4.6.09

Ferreira Leite faz campanha a pensar já nas legislativas

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PSD promete tentar baixar impostos, isto porque «não faço nenhuma promessa porque não sei se a posso cumprir. Assim que puder, baixo os impostos».

voto em branco

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"(...) o voto em branco (ou deliberadamente nulo) é, do meu ponto de vista, um voto que me merece a maior consideração. É de alguém que se deu ao trabalho de não ir à praia, que participa na democracia mas que não se revê nos partidos e nas pessoas que se apresentam a votos. O voto em branco é um voto de protesto contra essas pessoas e esses partidos, em concreto. Mas não é um voto contra a democracia ou contra os partidos, em geral, como é a abstenção. Infelizmente, o nosso sistema eleitoral não distingue as duas situações. (...) O voto em branco (não a abstenção) é um voto politicamente consciente e deveria estar parlamentarmente representado por ninguém."
(Luís Campos e Cunha na edição impressa de 30.05.09 d' O Público)
[os destaques não fazem parte do artigo]

22.5.09

Mudam-se os tempos, mudam-se os meios

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Na campanha americana, Plouffe construiu a melhor campanha política da história dos Estados Unidos da América, servindo-se das novas tecnologias, unindo as pessoas para um novo ideal. Conseguiu o "impossível" ao colocar Obama na presidência.
Nós por cá, as forças partidárias parecem decididas a seguir-lhe o exemplo, mas com a diferença de não acreditarem ser possível que algum grupo de assessores consiga "transformar Sócrates em Obama".
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A questão é que nem todos têm ainda acesso à internet e seria um erro fazer campanha apenas recorrendo às novas tecnologias. Para além disso, nós por cá, não vamos achar muita graça se acabarem com os circuitos da sardinha assada, com os jantares de apoio bem regados, com os tais comícios e animação associada, com a distribuição de beijinhos e, muito importante, com os brindes. Somos um povo com tradição, convém não esquecer!
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Também o Papa aderiu a este movimento e parece decidido a tirar partido das novas tecnologias para chegar mais perto dos jovens. Veja como aqui

22.4.09

de boas intenções...

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Sou, sim, candidata ao PE e espero ser eleita. Serei também candidata à Câmara de Sintra nas eleições que decorrerão mais tarde. Sem falsidade, sem duplicidade, sem querer enganar ninguém, com total transparência assumi as duas candidaturas.Eu, que nunca acumulei quaisquer cargos - com muita honra, sou formada na escola de serviço público do MNE - já disse e redisse que nunca acumularei os dois cargos, se os munícipes de Sintra me elegerem Presidente da sua Câmara. Nesse caso, abandonarei o PE e dedicar-me-ei exclusivamente à Câmara de Sintra.
Ana Gomes

A ver se eu percebo bem: se alguém, depois de eleito eurodeputado, se candidatar a (ou aceitar) outro cargo político e por causa disso deixar (ou não) o Parlamento europeu, como sucedeu várias vezes, não há nisso nada de mal. Mas se um candidato a eurodeputado, anunciar antecipadamente, por razões de transparência democrática, a sua intenção de se candidatar proximamente a outro cargo político, então tudo mal. É isto, não é?
Vital Moreira

Atiram-nos 'areia para os olhos' com a falsa pretensão de não querer enganar ninguém e muito menos querer acumular cargos políticos, mas a verdade é que:
mais vale dois pássaros na mão do que nenhum...ainda que um venha eventualmente a voar!
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Foi preciso tirarem-me do sério com estas afirmações 'papistas' para tecer aqui este comentário, de outra forma não o faria, recuso-me a comentar politiquices!!